Ambos livros foram compostos como um só, sendo divididos mais tarde na tradução para o grego do AT, por volta de 200 a.C.
O título na nossa língua, “Crônicas”, teve sua origem na tradução para o latim de Jerônimo (Vulgata) - por volta de 400 d.C. - que utilizou o título mais completo: “As crônicas de toda a história sagrada”
São inexistentes declarações explícitas acerta de seu autor humano, embora a tradição judaica favoreça bastante o nome de Esdras, o sacerdote, como sendo “o cronista”.
Esses registros parecem ter sido feitos em cerca de 450-430 a.C. O registro genealógico em I Crônicas 1 a 9 sustenta uma data posterior a 450 a.C. para sua redação.
O cenário histórico imediato compreende o retorno em três fases dos judeus do exílio na Babilônia à Terra Prometida:
A história anterior contempla a deportação/o exílio para a Babilônia (por volta 605-538 a.C.), conforme previsto/relatado em II Reis, Ester, Jeremias, Ezequiel, Daniel e Habacuque. Os profetas dessa era de restauração foram Ageu, Zacarias e Malaquias.
Os judeus haviam retornado do seu cativeiro de setenta anos (c. 538 a.C.) para uma terra nitidamente diferente daquela que um dia fora governada pelo rei Davi (aproximadamente de 1011-971 a.C.) e pelo rei Salomão (971-931 a.C.):